terça-feira, 17 de novembro de 2009

1.Nome: Demo
Meu conceito: É um programa que você teta um jogo para ver ser gosta ou não. Você pode instalá-lo atravéz do software.
Conceito formal: As versões Demo são relacionados a jogos. É geralmente uma versão mais curta do jogo contendo apenas uma parte dele para que você teste e veja se gosta. Caso goste, é preciso comprar o software na sua versão completa.
Utilidades: É utilizado para quenão ocorra download de umjogo o qual provocaria arrependimentos posteriores.
Aplicações: Windows, Linux.
2.Nome: Kopete
Meu conceito: É um programa de mensagens instatâneas com amplas formas de uso.
Conceito formal: É um dos menssageiros mais usados, pois oferece suporte a quase todos os protocolos de utilidade.
Utilidades: Permitir a rápida comunicação atravéz de menssagens estatâneas entre pessoas de qualquer lugar do mundo.
Aplicações: Windows, Linux.
3.Nome: Freeware
Meu conceito: Softwares no qual não há taxa de pagamento.
Conceito formal: São softwares gratuitos.
Utilidades: Através do Freeware pode-se ter acesso mais facilmente aos recursos de um Software, já que é gratuito.
Aplicações: Qualquer sistema operacional.
4.Nome: Adware
Meu conceito: Programa para mostrar notícias publicitárias.
Conceito Formal: Propaganda que executa, mostra, baixa publicidade para o computador depois de instalada.
Utilidade: Oferecer propagandas ao usuário
Aplicações: Windows
5. Nome: Sirewall
Meu conceito: serve como um segurança a rede.
Conceito formal: Atua como mecanismo de defesa de um computador, controlando a entrada e saída de sua rede.
Utilidade: Controlar o acesso do sistema através de regras e filtragem de dados.
Aplicações: Windows e Windows XP.

sábado, 14 de novembro de 2009

SHAREWARE
meu conceito: utilizadades em downloads.
conceito formal: é um programa de computador disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de limitação.
utilidades: super downloads.
aplicações: softwares.
KOPETE
meu conceito: mensagens instantâneas.
conceito formal: é um mensageiro instantâneo software livre, desenvolvido para integrar o ambiente KDE.
utilidades: Linux, MSN Windows.
aplicações: MSNs.
ADWARE
meu conceito: suportados como banners.
conceito formal: é qualquer programa que automaticamente executa, mostra ou baixa publicidade para o computador depois de instalado ou enquanto a aplicação é executada.
utilidades: shareware.
aplicações: superdownloads.
CAREWARE
meu conceito: programa gratuito.
conceito formal: são distribuídos gratuitamente, ficando a critério do usuário o valor a ser oferecido para caridade.
utilidades: Arachnophilia, Vim.
aplicações: FireFtp, Kixtart.
OPEN SOURCE
meu conceito: código-fonte.
conceito formal: refere-se a software também conhecido por sotfware-livre.
ulilidades: OSI, FSF.
aplicações: Free Software Foundation.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SOFTWARE meu conceito: sequência de instruções
Conceito Formal: é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.
Utilidade: modificação de um dado.
Aplicação:Pode ser gratuito ou pago.

FREEWARE Meu Conceito: programa de computador
Conceito Formal:é qualquer programa de computador cuja utilização não implica no pagamento de licenças de uso ou royalties.
Utlização: Funicionalidades completa sem tempo limitado.
Aplicação: Qualquer sistema operacional

DEMO Meu Conceito: fração de produto maior
Conceito Formal: Considera-se uma demo (abreviação de "demonstração" ou "demonstration") qualquer material promocional que é uma fração de um produto maior, lançado com a intenção de dar a oportunidade de o produto ser avaliado por possíveis clientes. O termo é bastante usado nos contextos da música e dos games.
Utilização: oportunidade de o produto ser avaliado por possíveis clientes.
Aplicação: Em qualquer computador.

SKYPE meu conceito: programa de comunicação
Conceito Formal: é um software que permite comunicação pela Internet através de conexões de voz sobre IP (VoIP).
Utilização: serve para comunicação de longas distâncias
Aplicação: Qualquer computador.

MOBILIDADE meu conceito:rede sem fio
Conceito formal: Sistema de redes locais sem fio podem prover aos usuários acesso à informação em tempo real em qualquer lugar.
Utilização: internet para vários computadores num mesmo local.
aplicação- qualquer casa ou local com roteador.
Dicionário de Informática :

Firewall
Meu conceito - Permite a transmição e a recepção de dados que apenoas nós autorizamos.
Conceito formal - "Mecanismo que atua como defesa de um computador ou uma rede, controlando o acesso do sistema."
Utilidade - Controla o acesso do sistema por meio de regras e filtragens de dados sem precisar tê-llos instalados no computados e é combatente de vírus e evita acessos indevidos.
Aplicação - Windows e o Windows XP já vem com o Firewall.

Freeware

Meu conceito
- Prgograma usado gratuitamente.
Conceito formal - Qualquer programa de computados cuja não implica no pagamento de licença de uso. Não sendo permitido a alteração do código fonte.
Utilidade - Possui suas funcionalidades complestas por tempo ilimitado sem custo monetário.
Aplicação - Qualquer sistema operacional.

Adware

Meu conteito - Na maioria das vezes indesejáveis e servem para publicações.
Conceito formal - Propaganda que executa, mostra, baixa publicidade para o computador depois de instalado ou enquanto a aplicação é executada.
Utilidade - Trazem à tela do usuário algum tipo de propaganda.
Aplicação - Windows.

Lan

Meu conteito - Rede de computadores lidagos por fios.
Conceito formal - Designa uma rede local de computadores.
Utilidade - Usados em empreesas para interligação dos seus computadores.
Aplicação -

Wan

Meu conteito - Rede de computadores que abrage longa distância.
Conceito formal - São compostas por duas ou mais LAN interligadas por linhas telefônicas exclusivas de alta velocidade ou fibras óticas.
Utilidade - Possuem diversos protocolos.
Aplicação - Windows e Linux.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Domingo no Parque


O rei da brincadeira (ê, José)
O rei da confusão (ê, João)

Um trabalhava na feira (ê, José)

Outro na construção (ê, João)

A semana passada, no fim da semana

João resolveu não brigar

No domingo de tarde saiu apressado

E não foi pra Ribeira jogar capoeira

Não foi pra lá, pra Ribeira, foi namorar

O José como sempre no fim da semana

Guardou a barraca e sumiu

Foi fazer no domingo um passeio no parque

Lá perto da Boca do Rio

Foi no parque que ele avistou Juliana

Foi que ele viu

Foi que ele viu Juliana na roda com João

Uma rosa e um sorvete na mão

Juliana seu sonho, uma ilusão

Juliana e o amigo João

O espinho da rosa feriu Zé

E o sorvete gelou seu coração

O sorvete e a rosa (ô, José)

A rosa e o sorvete (ô, José)

Foi dançando no peito (ô, José)

Do José brincalhão (ô, José)

O sorvete e a rosa (ô, José)

A rosa e o sorvete (ô, José)

Oi, girando na mente (ô, José)

Do José brincalhão (ô, José)

Juliana girando (oi, girando)

Oi, na roda gigante (oi, girando)

Oi, na roda gigante (oi, girando)

O amigo João (João)

O sorvete é morango (é vermelho)

Oi girando e a rosa (é vermelha)

Oi, girando, girando (é vermelha)

Oi, girando, girando...

Olha a faca! (olha a faca!)

Olha o sangue na mão (ê, José)

Juliana no chão (ê, José)

Outro corpo caído (ê, José)

Seu amigo João (ê, José)

Amanhã não tem feira (ê, José)

Não tem mais construção (ê, João)

Não tem mais brincadeira (ê, José)

Não tem mais confusão (ê, João)



No pródigo ano musical de 1967, “Domingo no Parque” ficou em segundo lugar no III Festival de MPB da TV Record, ganho por “Ponteio”. Inovadora em vários aspectos, a composição procura fundir musicalmente o tradicional/nordestino com o pop/internacional, enquanto, poeticamente, utiliza uma forma cinematográfica de narração, tal como a concorrente “Alegria, Alegria”.

A letra de “Domingo no Parque” descreve o drama passional de três personagens: o feirante José (“rei da brincadeira”), o operário João (“rei da confusão”) e a mulher Juliana, objeto de disputa entre os dois.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Geléia Geral

Um poeta desfolha a bandeira e a manhã tropical se inicia
Resplandente, cadente, fagueira num calor girassol com alegria
Na geléia geral brasileira que o Jornal do Brasil anuncia
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

A alegria é a prova dos nove e a tristeza é teu porto seguro
Minha terra é onde o sol é mais limpo e Mangueira é onde o samba é mais puro
Tumbadora na selva-selvagem, Pindorama, país do futuro
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

É a mesma dança na sala, no Canecão, na TV
E quem não dança não fala, assiste a tudo e se cala
Não vê no meio da sala as relíquias do Brasil:
Doce mulata malvada, um LP de Sinatra, maracujá, mês de abril
Santo barroco baiano, superpoder de paisano, formiplac e céu de anil
Três destaques da Portela, carne-seca na janela, alguém que chora por mim
Um carnaval de verdade, hospitaleira amizade, brutalidade jardim
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi

Plurialva, contente e brejeira miss linda Brasil diz "bom dia"
E outra moça também, Carolina, da janela examina a folia
Salve o lindo pendão dos seus olhos e a saúde que o olhar irradia
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi
Um poeta desfolha a bandeira e eu me sinto melhor colorido
Pego um jato, viajo, arrebento com o roteiro do sexto sentido
Voz do morro, pilão de concreto tropicália, bananas ao vento
Ê, bumba-yê-yê-boi ano que vem, mês que foi
Ê, bumba-yê-yê-yê é a mesma dança, meu boi
A música “Geléia Geral” (Gilberto Gil – Torquato Neto), sofreu o veto da censura por ser considerada de conteúdo política contestatória, além de segundo os censores, fazer um retrato equivocado da situação pela qual passava o país.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aquele Abraço


O Rio de Janeiro continua lindo

O Rio de Janeiro continua sendo

O Rio de Janeiro, fevereiro e março

Alô, alô, Realengo - aquele abraço!

Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço!

Chacrinha continua balançando a pança

E buzinando a moça e comandando a massa

E continua dando as ordens no terreiro

Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro

Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro

Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço

Alô, alô, Terezinha - aquele abraço!

Alô, moça da favela - aquele abraço!

Todo mundo da Portela - aquele abraço!

Todo mês de fevereiro - aquele passo!

Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço!

Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço

A Bahia já me deu régua e compasso

Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!

Pra você que me esqueceu - aquele abraço!

Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço!

Todo o povo brasileiro - aquele abraço!





Aquele Abraço é uma canção do cantor e compositor Gilberto Gil composta em 1969 que homenageia pessoas e figuras cotidianas do Rio de Janeiro além de ser um deboche ao quartel militar localizado no bairro de Realengo, onde foi preso durante a Ditadura. O "abraço" descrito nesta música remete aos braços do Cristo Redentor que abençoa toda a cidade. Gil escrevu a música durante seu exílio em Londres, e simboliza também, sua chegada novamente ao Rio, após o exílio.



Nossa opinião: Passa despercebido a ironia presente nessa música para as pessoas que não conhecem a história de Gilberto Gil traçada com a Ditadura.

Mas logo ao saber disso, pode-se observar claramente o quanto Gilberto gostava do Rio de Janeiro e o quanto sentiu saudade do Brasil.